quarta-feira, 28 de março de 2012

Ninguém é de ninguém (na oposição)

Ou todos são de todos? Qual poderia ser o título desse texto? Afinal vivemos um cenário, um momento onde as suposições, os boatos, tomam as ruas. Temos muitos maquinistas para pouco vagão, muita água para pouca sede, traduzindo: Muito candidato para pouca vaga E assim a Maria Fumaça vai se aproximando da estação convenções e os grupos políticos nada de definirem seus passageiros. É assim que as coisas estão nas bandas da oposição, todos achando que podem ganhar, mas ninguém querendo arriscar fazer isso sozinho, uns querendo os assentos da frente, próximos do luxuoso salão de jogos, e do bar. Alguém vai ter que ceder e deixar esses lugares para outra viagem, mas quem? Quem fará isso em nome de uma vitória? No trem que já saiu da estação o Maquinista determinou que o Vagão Nobre terá o 25 estampado. A ele maquinista caberá apenas levar a locomotiva até a estação final, dar as cartas será papel de seus dois bilheteiros. E assim segue a Encruzilhada, tentando entrar nos trilhos, dependendo dos novos maquinistas que aí virão. Pobre povo que sonha um dia entrar num trem que leve ao futuro de desenvolvimento e prosperidade. Um dia! Quem sabe esse trem passa por aqui!?

Um comentário:

  1. Excelentes Metáforas!!! E é bem assim mesmo, a preocupação de todos os partidos e boa parte de seus militantes é só essa: quem estará próximo ao bar do trem. Poucos são os que se preocupam com o povo. Poucos são os que tenham condições de olhar olho no olho com honradez! Mas, o negócio é esperar.. Agora, que dessa vez os encruzilhadenses pensem bem..

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