quarta-feira, 24 de abril de 2013
SINPE realiza audiêcia
sexta-feira, 19 de abril de 2013
ESSE CARA É O LULA
Barack Obama já havia avisado, em abril de 2009, que Luis Inácio Lula da Silva era o cara, referindo-se ao então presidente do Brasil numa reunião do G-20 em Londres, a declaração não veio de graça, já era reflexo da popularidade mundial do governo Lula e suas políticas de inclusão social e combate à miséria.
O programa mais famoso do governo Lula foi o Fome-Zero que prevê a distribuição de renda às populações carentes para a erradicação da pobreza extrema.
Mesmo afastado da presidência há três anos, Lula continua sendo destaque ao redor do mundo. O “fã” da vez é ninguém menos do que Bono Vox, líder da Banda Irlandesa U2. Bono, propôs uma soma de esforços entre o Instituto Lula e a organização não governamental ONE, criada pelo músico, para difundir e estimular a criação de programas contra a fome e a miséria. Bono se encontrou com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Londres. A pedido do roqueiro, Lula fez um resumo sobre a atuação dos programas de inclusão social lançados pelo seu governo.
O Programa Bolsa Família, segurança alimentar, fome na África e futebol estiveram entre os assuntos abordados por Lula e Bono. Para o músico, depois que o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela se retirou do cenário político, Lula se converteu naturalmente no grande interlocutor mundial dos pobres.
Ao falar sobre o combate à pobreza no mundo, Lula disse a Bono que o dinheiro gasto para salvar da crise financeira os bancos norte-americanos e europeus e a quantia despejada pelos Estados Unidos na guerra do Iraque, somados, atenderiam a todos os pobres do mundo por 150 anos.
O roqueiro disse a Lula que com o apoio de Bill Gates e do investidor George Soros, a ONE vem implantando na Tanzânia um projeto de produção de alimentos na Savana inspirado no trabalho da empresa brasileira Embrapa, em Gana.
Outros encontros entre os dois devem ocorrer ainda esse ano.
Cenário calmo, mas nem tanto
Passados os cem dias de trégua pedidos pela prefeita municipal aos políticos, as coisas começam a se encaixar nos seus devidos lugares, quem é oposição é oposição, quem é situação é situação sem muito mistério.
Aos poucos os vereadores de oposição começam a se posicionar em questões de interesse da comunidade.
A boa relação até o momento na Câmara é um destaque que eu vejo como positivo, pois é sinal de que as questões serão tratadas de acordo com a sua importância e penso que a prefeita deveria aproveitar esse bom momento para trabalhar a aprovação de seus principais projetos.
Entrevista
Entrevistei na rádio 87.9 FM o secretário da Saúde, Marcelo Valadares, na última quarta-feira dia 27 de março. Na oportunidade pudemos falar e muito das questões que envolvem sua pasta, como médicos, exames, marcações de consultas e assuntos administrativos. Pude constatar que se trata de uma pessoa bem intencionada e disposta a dialogar com quem quer que seja para resolver as questões relativas à saúde da população encruzilhadense.
Copa do desperdício
Estamos às vésperas de um grande evento mundial em nosso país, e vento esse que deverá ser um dos mais onerosos de toda a história das Copas.
O Brasil por sua tradição futebolística merece que muitas Copas sejam disputadas aqui, afinal é o país com maior número de conquistas (cinco no total), único país a participar de todos os mundiais até aqui. Todo esse repertório, esse cartaz, não se explica pela organização de nossos campeonatos, nem pela administração clubística, na maioria das vezes amadora. Somos muitas vezes campeões pelo talento de nossos atletas, que tem no futebol a oportunidade de sair de uma vida de miséria e dar a seus familiares uma vida mais digna, talvez esse seja o grande trunfo para as grandes conquistas brasileiras.
Faremos uma copa que os ricos irão adorar, mas os pobres, esses ficarão ainda mais pobres, pois o que é gasto nessa copa em reformas e construção de estádios de uma festa. O Maracanã havia sido reformado para os jogos Pan-americanos, em 2003, e agora passa por nova reforma que já ultrapassou os R$ 1,2 Bilhão de reais. Faremos a maior de todas as copas, mas não em espetáculo, nem em organização, seremos recordistas em desperdício.
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