Cenas que antes víamos na TV falando de cidades e países longínquos, agora fazem parte do nosso cotidiano.
O intolerável aconteceu bem aqui debaixo de nossas barbas, e o que é pior, pela naturalidade com que as agressões ocorreram, já vinham de tempos. Pobre menina de 11 anos, gordinha, como se o fato de ser gordinha fosse um defeito e além de ser defeito, fosse grave, defeito grave que merecesse a agressão por parte das magras “perfeitas”. Ser punida por não se encaixar no padrão de beleza das maiores. Indefesa. Sentiu-se uma pessoa má. Feia. Cruel. O que pode pensar uma criança de 11 anos de idade nessa situação, senão se achar a pior das pessoas? Como e o que fazer para colocar na cabeça dessa menina que o seu mundo é que está errado e não ela em ser ingênua, tímida e gordinha? Que imagem tem essa criança de sua escola? Dos alunos? Dos amigos? Dos colegas? Como dizer e convencê-la que o caminho da escola é o caminho do saber e não da tortura?
Essas indagações tem que estar sempre presentes e sobre tudo, providências certamente serão tomadas.
Aos familiares cabe oferecer ajuda para que, dentro do possível, esse trauma não atrapalhe o relacionamento dessa família com as demais.
e´ muito complicada essa situaçao bullynge e´ claro q a criança em questao sofreu esse tipo de discriminaçao agora todos querem tirar o corpo fora ate a prefeitura me poupem omais chato e´ encruzilhada outra ves na midia nacional
ResponderExcluirainda a respeito do comentario acima tomara q vire em pitsa a ivestigaçao policial
ResponderExcluirtomara q nao vire em ptisa a ivestigaçao do bullyng
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